Somos o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia – [LTC] da Universidade de Brasília [UnB], criado pela professora Dra. Sônia Paiva, um programa de extensão destinado a alunos universitários e comunidade artística. Um espaço de experimentações e aprendizados, fundamentado na gestão de projetos, com foco na economia criativa e na prática e educação do desenho da cena.
Nossa Missão é para além do fazer teatral, o LTC visa à formação de uma ecologia dos saberes. Trabalhamos para aproximar culturas de locais e épocas diferentes, para gerarmos relações multiculturais e diversas, por meio de ações transdisciplinares, numa cultura colaborativa e inovadora.
O Laboratório Transdisciplinar
de Criação na PQ 2027
O LTC apresenta sua participação na Quadrienal de Praga 2027, na seção PQ Studio, com o projeto The Stage Designer’s Game.
A proposta convida participantes a criar microcosmos cenográficos em escala, deixando pistas, ausências e vestígios para que outros leiam o que aconteceu.
O projeto nasce do encontro entre jogo, construção manual, luz e tecnologia, tratando a cenografia como um processo coletivo de investigação.
O Manifesto do LTC:
Nós estamos aqui (sussurro). Nós temos a nossa linguagem – Nós temos nossa matemática – Nós temos a nós mesmos e isso ninguém pode nos tirar.
O final do séc. XV e todo o séc. XVI, certamente, foi uma das épocas mais tristes do planeta, (uma tristeza total). As nações européias, munidas de suas grandes Naus, estabeleceram colônias em quase todo o território mundial, alinharam com o impulso do regime colonial, os meios de comércio e produção ao modelo europeu. Como consequência, o conhecimento local, seus aspectos intelectuais e culturais foram ignorados, proibidos, demonizados e subvertidos, (um massacre total). Nesse momento se perdeu, quase que por completo e de forma irreversível, o contato com as tradições dos povos, verdadeiros herdeiros das terras colonizadas, (e ficamos órfãos de pai e mãe).
Desde os tempos remotos os homens criam maneiras de comparar, classificar, ordenar, medir, quantificar elementos. Bem antes da invenção dos números, os primeiros homens precisaram desenvolver métodos para resolver problemas cotidianos, como localizar-se no tempo e espaço, como também descrever e explicar o mundo físico. Portanto, meus caros, a matemática não se faz só com números.
A Etnomatemática – estratégia de organização, quantificação e sistemas de numeração.
A Etnomatemática – Ubiratan D’Ambrósio, considerado seu pai.
A Etnomatemática – campo de reflexão sobre as raízes socioculturais da arte e técnicas de explicar e conhecer.
A Etnomatemática – Todos temos uma.
(sussurros etno – matema -tica, tica, matema, etno)
Somos o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia [LTC], da Universidade de Brasília [UnB], criado pela professora Dra. Sônia Paiva.
Um programa de extensão destinado a alunos universitários e a comunidade artística. Um espaço de experimentações e aprendizados, fundamentado na gestão de projetos, com foco na economia criativa e na prática e educação do desenho da cena.
Nossa Missão é para além do fazer teatral, o LTC visa à formação de uma ecologia dos saberes. Trabalhamos para aproximar culturas de locais e épocas diferentes, para gerarmos relações multiculturais e diversas, por meio de ações transdisciplinares, numa cultura colaborativa e inovadora.
Buscamos nossa emancipação criativa, nossas ações nos libertam das ideias compartimentadas das disciplinas, nos libertam de uma visão que não contempla a complexidade de nossos dias, nos libertam do ego e da vaidade de achar que só nosso conhecimento é válido.
Desenvolvemos um estilo de vida que, por meio das artes, educação, ciências, gestão e tecnologia, aproveita os recursos humanos disponíveis e a diversidade como campo fértil para a criação de projetos com ações colaborativas, cooperativas e inclusivas. Ensinamos e aprendemos uns com os outros, compartilhamos nossas subjetividades, crenças e saberes em busca de criarmos realidades de potência cultural, social e política.
MINHA MISSÃO
CARTA AO PAI
Um dia meu pai me disse: Filha, você está se especializando em coisas inúteis! Isto me fez refletir sobre a missão de fazer “inutilidades”, numa sociedade onde o ser humano ilude-se de sua “utilidade” material. Abrindo a porta da casa, convidando as crianças e os adultos para brincarem com arte, abri uma fenda – fresta na estrutura material familiar – na qual as inutilidades puderam entrar com seus pequeninos e preciosos momentos de acontecimentos imateriais, onde produzimos nossas “quinquilharias” materiais. Concordaria com a frase de meu pai, se estivesse do outro lado do espelho… Se este conceito de utilidade pode ser aplicado na arte, a arte é útil para quem a faz, invisível para o espectador ocioso (como dito por André Comte-Sponville) que, não sabendo do trabalho da arte, acredita na ideia de que a obra é resultado do acaso e não do esforço do artista, “obra-milagre em oposição a obra-trabalho”. Somente o fazer artístico é esclarecedor e interessante. As várias partes da criação que demandam infinitas tomadas de decisões, que geram expectativas e decepções, descobertas, nos proporcionam encantamentos, criam nosso conhecimento multidirecional, causam satisfações e enormes decepções, as anotações, os mapeamentos diários. Isto tudo é o que interessa e que somente o artista tem acesso. Então, o que é a obra que se compra? É o produto do processo, o final, a compactação dos acontecimentos. Ela, a obra, se desprega do leque de acontecimentos que estão repletos de significados (para o artista) conectados e inter-relacionados e é instalado em um local público ou privado. Torna-se, então, outra coisa: reflexo de quem a vê. São os acontecimentos pessoais que serão projetados na obra. A ilusão das Ilusões. Sônia Paiva, Brasília, 8 de fevereiro de 2008.
Pincipais Projetos
Projetos do LTC na PQ
Sônia Paiva e o LTC escolheram participar das edições da Quadrienal de Praga, porque sua temática está alinhada com o contexto internacional e por ser fonte de atualização e de transformação de nossas práticas teatrais.
Entre Temas
Mostras colaborativas do Desenho da Cena online, promovidas a partir da pandemia em 2020 e produzidas semestralmente por Sônia Paiva e pelo LTC.
Repertório teatral
O LTC realiza pesquisas de linguagens como o teatro de sombra, a animação, a eco performance entre outras, que incorpora em suas criações de cena, formadas pela mistura de experimentos dos participantes.
Entre Temas

RE-Carne
Encenação 3 - 01/2020

Dois Lados da Moeda
Encenação 3 - 01/2020

Hoje é Domingo
Encenação 3 - 01/2021

Circo Horror
Encenação 3 - 02/2022

Terror de Natal
Encenação 3 - 02/2022
Esta página na web inicia-se ao longo de 2020, durante a pandemia da COVID-19, como uma revista online colaborativa do eixo de Encenação. Ao longo de suas quatro edições, tornou-se um espaço consolidado de difusão e debates sobre a linguagem e um respiro poético em tempos tào difíceis.
Repertório teatral

O rio rio rio ri
O espetáculo criado para as catacumbas do minhocão, na UnB, O rio rio rio ri, foi desenvolvido a partir do projeto vencedor da Mostra Dos Estudantes brasileiros, na Quadrienal de Praga de 2011 “A terceira margem do rio”.

Alice e as quatro quedas
União do desejo de Sônia Paiva de montar o texto de Dário Fo “Alice no País Sem Maravilhas”, com a codireção de Eric Costa para o projeto da disciplina Direção 1, orientada por Simone Reis, da UnB. Projeto apresentado no Parque de Produções dentro da programação do Cometa Cenas na UnB.

Temos todas a mesma história
Baseado no homônimo de Franca Rame e Dario Fo, o LTC uniu as pesquisas de Alice, feitas por Sônia Paiva, com suas várias formas de linguagem: interpretação, animação, teatro de sombra e vídeo. Integrou a disciplina Direção 1 e fez parte da programação do Cometa Cenas na UnB.

Desenhos narrativos da areia à luz
Imersão nos estudos da Etnomatemática na tradição Sona de Angola e na teoria de Kandisnky “Ponto, Linha e Plano”. Apresentado na Funarte em 2016, integrou a programação do Intercâmbio Cultural entre o LTC e o Coletivo Terron - Terra e Luz – originou o workshop Drawing Narratives na PQ19.
Projetos do LTC nas Quadrienais de Praga

Participação na PQ23
Na edição da PQ23, realizada entre 8 e 18 de junho em Praga, o LTC apoiou três projetos de alunos da UnB na Mostra dos Estudantes Brasileiros:
Lourença: Performance urbana
A Relíquia Kumu: Instalação sobre a comunidade indígena Tukano no Brasil
Bruxas do Cerrado: Instalação audiovisual e interativa

Workshop na Damu PQ19
Drawing Narratives Experiences propõe uma imersão em dois conceitos fundamentais do espetáculo interativo “Desenhos Narrativos da areia à luz”: os estudos dos desenhos na areia (tradição Sona de Angola) e os fundamentos da teoria de Wassily Kandinsky (Ponto, Linha e Plano), que culminam na experiência coletiva de light painting.

Curadoria da Mostra dos estudantes PQ15
Pela primeira vez, a seletiva de projetos de estudantes brasileiros para a Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance foi sediada em Brasília, na Casa da Cultura da América Latina (CAL), da UnB e transformada em um evento nacional, por meio do trabalho da curadora Sônia Paiva, e dos integrantes do LTC.

Mostra das escolas PQ11
O Laboratório Transdisciplinar de Cenografia (LTC) foi criado com o intuito de participar, em 2010, na USP, da Mostra das Escolas de Cenografia do Brasil para a Quadrienal de 2011. O LTC é formado por grupos de alunos e ex-alunos dos departamentos de Comunicação, Design, Artes Plásticas, Arquitetura, Ciências e Tecnologias, que se juntaram aos alunos de Artes Cênicas para atenderem às necessidades múltiplas dos projetos.
Imersão do LTC no Parque de Produções

Estudos de performance, etnomatemática e light painting
De quatro em quatro anos o LTC se renova e prepara um novo trabalho transdisciplinar, visando a próxima Quadrienal de Praga nos espaços do Parque de Produções.

Imersão sonora de percursão com Julio Cezar Pereira
Formação do grupo, para tocar ao vivo no espetáculo Terra e Luz, no Parque de Produções, em 2017.

Imersão para a criação do Grande Desenhador
Desenvolvimento de maquiagem e figurino do personagem Grande Desenhador para o espetáculo Drawings Narratives.
Imersão na Cidade de Goiás

Imersão do LTC em Goiás - 2010

Imersão do LTC em Goiás - 2016

Imersão do LTC em Goiás - 2018
Imersos em uma casa centenária no interior do país, geramos sintonias nas criações e fortalecemos o processo colaborativo do grupo. Nesses encontros trabalhamos, geralmente, para a criação de repertório, visando as participações nas Quadrienais de Praga (2011, 2015 e 2019).
Formação e difusão

LTC e a pedagogia das sombras
O núcleo do teatro de sombras nasceu pelo interesse de 2 componentes do grupo: Julia Gonzalez e Marcela Siqueira. Sua pedagogia foi formada da conjunção do desenvolvimento do olhar de pesquisador sobre os elementos da composição visual e sobre a performatividade dos objetos manipuláveis.

Anima LTC 2017
Inspirado no texto “From Epistemological Cages to Transdisciplinarity as Open System of Knowledge”, de Ubiratan D’Ambrósio. Criação coletiva onde cada participante desenvolveu um personagem inspirado no “Olho”, de Sônia Paiva, relacionando-o com a suas visões de uma disciplina.

A reverberação da “The Reinvention of Presence in Theatre Production”
Trabalho apresentado no Simpósio “HOW WAS IT FOR YOU? – Teaching Theatre and Performance Design in a Pandemic”, promovido por Theatre and Performance Design Education Network (TAPDEN), Performance Design Educators Collective (PDEC) e Wimbledon College of Arts, University of the Arts London (UAL), em formato remoto, 2021.
Intercâmbio Cultural



Projeto Terra e Luz, poéticas da matéria – uma colaboração Brasil-Brasília e França-Grenoble, promovido pelo Laboratório Transdisciplinar de Cenografia da UnB e pelo Coletivo Terron. Ao longo de 7 dias, de 11 ao 18 de novembro de 2016, se realizou em Brasília oficinas de formação, residência artística, debates, experiências performáticas e apresentação de criações artísticas. Estiveram envolvidos profissionais, acadêmicos e pesquisadores brasileiros e franceses de diversas áreas do saber em uma troca de experiência e conhecimento diretamente ligada e aberta para a comunidade da cidade.
Programas do LTC
Intercâmbio cultural
Nosso Programa de Intercâmbio se destina à troca, produção e execução de projetos entre indivíduos e instituições, nacionais e internacionais, de forma descentralizada, colaborativa e transdisciplinar.
Imersão do LTC no Parque de Produções
As imersões do LTC no Parque de Produções são realizadas na medida que, no desenvolvimento dos projetos, se faz necessário o aprofundamento em temas, técnicas ou métodos em grupo.
Imersão do LTC na cidade de Goiás
Nosso programa de imersão na cidade de Goiás destina-se ao convívio dos participantes do LTC, para experimentos de diversas naturezas, onde reafirmamos o desejo de fazermos arte e educação juntos.
Formação e Difusão das ações
As formações e difusões do LTC são diversas e múltiplas, refletindo o caráter transdisciplinar de Sônia Paiva. Desta forma, o grupo está sempre investigando campos diferentes partindo do princípio que cada um, ensina para o outro o que sabe e aprende com o outro o que não sabe.
Depoimentos
Carol Guida
13/06/2019
“The Drawing Narratives Experience – Workshop apresentado na Quadrienal de Praga, #pq19. Uma experiência mágica de resgate, liberdade e ressonância – da alma! Nunca vou conseguir por em palavras o que está sendo e o que foi chegar aqui. Apesar de tantos obstáculos, algo sobrevive, renasce e respira. Inunda. Muita, muita gratidão por essa jornada tão emocionante ao lado de vocês”
Raquel Rosillete
24/04/2022
“Quando eu cheguei no Parque (2010) eu era estudante de arquitetura. Hoje sou iluminadora de dança em Berlim. No Parque eu entendi sobre artes, performatividade das coisas e o poder do backstage e sobra a linguagem visual. O Parque foi a minha escola de teatro. Onde eu aprendi um fazer profundo e respeitoso com a arte. Foi na biblioteca do Parque que eu conheci os grandes teóricos, que sempre me guiaram até hoje. O Parque foi o lugar em que eu compreendi que tudo que eu pensava que eu achava que não tinha lugar, tem lugar na ciência e no conhecimento. Foi no Parque que eu aprendi a respeitar a arte como algo profissional e uma escolha de vida.”
Ana Carolina
06/03/2020
“Mestra querida, uma luz cintilante de novas ideias e novas práticas. Além de multiartista, Sonia Paiva é empreendedora, agregadora, generosa. Adora cuidar e regatar um passarinho com asas quebradas.”
Novo LTC
A nova geração do LTC reúne artistas, designers, pesquisadores e criadores em formação, com práticas que atravessam cena, imagem, tecnologia, corpo, som, produção cultural e experimentação transdisciplinar.

Sofia Pantoja
Arquiteta em formação pela Universidade de Brasília (UnB) e técnica em Eletromecânica pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Desenvolve projetos explorando o diálogo entre arte e tecnologia, com interesse nas relações entre arquitetura efêmera e cenografia, experiência sensorial voltadas a ambientes mais inclusivos.
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Thaisa Taguatinga
Atriz, produtora cultural, musicista e pesquisadora em Artes da Cena. Graduanda em Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, desenvolve pesquisa sobre poética do olhar e subjetividade nos processos criativos.
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Gabriel Lyra
Ator, artista visual, compositor, desenhista, iluminador e multi-artista, Gabriel Lyra atualmente cursa Artes-Cênicas (Bacharelado) na Universidade de Brasília. Também atua no campo da ilustração, sendo responsável pelo mascote e as charges da Browneria Seu Bráulio, sediada em Belo-Horizonte, desde 2023.
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Ana Sofia Brandão
Ana Sofia Brandão é designer gráfica e de produtos, artista visual e dançarina. Atualmente cursa Design na Universidade de Brasília (UnB), desenvolvendo uma prática criativa que transita entre comunicação visual, ilustração, moda e artes performáticas.
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Artur Erculano Sebata
Pesquisador e atuante das áreas de atuação vocal, teatro de animação, iluminação, cenografia e sonoplastia.
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Janaína Valente
Atriz, figurinista, cenógrafa, produtora, educadora física desde 2001, especialista em fisiologia do exercício pela Faculdade de Medicina da USP, com MBA em Gestão e Marketing Esportivo pela Trevisan Escola de Negócios, graduanda em Artes Cênicas pela UNB e integrante do LTC.
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João Rabelo
Sou graduando em Publicidade e Propaganda na Universidade de Brasília e profissional de comunicação em ascensão, onde costuro direção de arte, design e fotografia.
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Karine Vasco
Karine Vasco é uma artista visual brasiliense de 24 anos, estudante da Universidade de Brasília (UnB).
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Pedro Rubin
Pedro Rubin é um artista multidisciplinar situado em Brasília-DF, atualmente em formação no curso de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB), com previsão de graduação em 2027.
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Luiza Melo da Silva
Diretora, dramaturga, atriz e cenógrafa, Luiza Melo da Silva é formada em Design de Interiores pela UNIPLAN em 2022 e bacharelanda em Artes Cênicas na Universidade de Brasília (UnB) desde 2020.
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Charlie F.
Cenógrafa, atriz e artista plástica, Maria de Fátima Leite, mais conhecida pelo nome artístico Charlie F. É Bacharelanda em Interpretação Teatral na Universidade de Brasília (Unb) desde 2021.
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Luca Freitas Ribeiro
Luca Freitas Ribeiro estudou Design Industrial na Universidade de Brasília, onde sua participação no LTC fundamentou uma prática que, desde então, tem operado consistentemente na interseção entre design espacial, fabricação e performance. Cofundou o BSB Fab Lab e o Studio Canoa em Brasília, ambos focados na convergência da fabricação digital com o design colaborativo para eventos, exposições e instalações.
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Sofia Pantoja
Arquiteta em formação pela Universidade de Brasília (UnB) e técnica em Eletromecânica pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Desenvolve projetos explorando o diálogo entre arte e tecnologia, com interesse nas relações entre arquitetura efêmera e cenografia, experiência sensorial voltadas a ambientes mais inclusivos. Possui experiência em modelagem e visualização 3D, programação e prototipagem.
Thaisa Taguatinga
Atriz, produtora cultural, musicista e pesquisadora em Artes da Cena. Graduanda em Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, desenvolve pesquisa sobre poética do olhar e subjetividade nos processos criativos. Sua atuação transita entre Teatro, música, performance e cultura popular, com interesse em criações autorais e práticas artísticas interdisciplinares.
Gabriel Lyra
Ator, artista visual, compositor, desenhista, iluminador e multi-artista, Gabriel Lyra atualmente cursa Artes-Cênicas (Bacharelado) na Universidade de Brasília. Também atua no campo da ilustração, sendo responsável pelo mascote e as charges da Browneria Seu Bráulio, sediada em Belo-Horizonte, desde 2023. Na UnB, como parte do Laboratório de Crítica Teatral, além de escrever conteúdo crítico foi responsável pela diagramação e arte das publicações para o instagram @lacri.cen.unb e divulgação de eventos, produção e direção de vídeos promocionais e conteúdo multimídia. Faz arte digital por encomenda e pinturas a à mão.
Também realiza cursos de teatro desde os treze anos e atua há dez, com uma linguagem transdisciplinar que mira englobar diversos cantos dos saberes. Recentemente dirigiu e produziu um curta-metragem (“Escúlpito” – 2025) de trilha sonora autoral. Conta com trabalhos notáveis como ator para audiovisual (“Menecma” – 2022, “Vamos ter a Noite Seguinte ao invés da Manhã Anterior” – 2023) e extensa experiência como intérprete em espetáculos que remonta até 2016. Atualmente, estuda iluminação de palco e auxilia como equipe técnica. Também toca piano, compõe e produz músicas autorais e para trilha sonora.
Foi membro da produtora Arco-Filmes, sediada em Belo Horizonte.
Ana Sofia Brandão
Ana Sofia Brandão é designer gráfica e de produtos, artista visual e dançarina. Atualmente cursa Design na Universidade de Brasília (UnB), desenvolvendo uma prática criativa que transita entre comunicação visual, ilustração, moda e artes performáticas.
Sua relação com a arte começou ainda na infância, explorando diferentes linguagens como teatro, canto e dança. Com seis anos de formação em balé clássico e mais de dezoito anos de experiência nas artes cênicas, Ana integra atualmente a Cia Have Dreams, companhia de dança urbana com a qual participa de competições e apresentações.
Sua produção artística é marcada pelo interesse em narrativas visuais, expressão corporal e construção de identidades por meio da imagem. Além do design, dedica-se à ilustração e ao universo da moda e do figurino, buscando conexões entre estética, movimento e comunicação.
Fluente em inglês e com conhecimentos de mandarim, Ana amplia suas referências por meio do diálogo com diferentes culturas e campos criativos. Desde 2026, atua como estagiária de Design Gráfico na Câmara dos Deputados, onde contribui para projetos de comunicação institucional em uma das principais instituições do governo federal brasileiro.
Artur Erculano Sebata
Pesquisador e atuante das áreas de atuação vocal, teatro de animação, iluminação, cenografia e sonoplastia. Discente da UnB, Lambe-lambeiro, e participante do LATA (Laboratório de teatro de animação) da UNB, busco aprimorar técnicas e desenvolver mecanismos e dispositivos para intensificar a Ânima e imersão do teatro de animação: seja através de recursos visuais, sonoros, cenográficos e mecânicos, possibilitados pela linguagem do bonequeiro e seus seres animados.
Janaína Valente
Atriz, figurinista, cenógrafa, produtora, educadora física desde 2001, especialista em fisiologia do exercício pela Faculdade de Medicina da USP, com MBA em Gestão e Marketing Esportivo pela Trevisan Escola de Negócios, graduanda em Artes Cênicas pela UNB e integrante do LTC. Minha trajetória inclui o permear entre o esporte e a arte, assumindo cargos de presidência do Banzeiro Rugbi Clube de Rondônia, fui diretora de eventos da seccional Rondônia CREF8, organizadora e realizadora do Rondônia Sevens etapa de Rugby da liga Norte de Rugby nos anos de 2015 e 2016. Direção administrativa da Orquestra Filarmônica de Brasília, Gestora Financeira no projeto “Viva Arte Viva nas Cidades – GAMA/DF e Produtora Executiva do projeto “Concerto das Escolas” ambos da Orquestra Filarmônica de Brasília. Autora e intérprete do espetáculo “Manifesto para Viver Mais”, apresentado em Brasília e na Exposição Brasileirinho na EURART Gallery (Leira, Portugal). Atriz nos Musicais Noturno de Oswaldo Montenegro e Raul Fora da Lei de Roberto Bomtempo e José Joffily, ambos com direção de Deto Montenegro. Assina a cenografia e o figurino dos espetáculos “A Morte nas Mãos de Quem?” (indicado a Melhor Cenário no I FESTCARAS) e Pipa vencedor dos prêmios de melhor cena, dramaturgia e ator no III FESTCARAS) e Indicada como Melhor Atriz Coadjuvante no II FESTCARAS por sua atuação em “O Aprendiz”, texto de Henfil. Seu portfólio inclui ainda curtas-metragens, campanhas publicitárias e projetos híbridos de teatro e audiovisual.
João Rabelo
Sou graduando em Publicidade e Propaganda na Universidade de Brasília e profissional de comunicação em ascensão, onde costuro direção de arte, design e fotografia. Meu percurso inclui passagens por instituições como UNAIDS Brasil (ONU), G4F Soluções e Agência Nacional de Aviação Civil. Minha marca no mundo é a estratégia unida à estética pra gerar impacto. Foi assim que nasceu o Laço Humano, símbolo dos 25 anos do UNAIDS no Brasil que circulou entre ativistas e personalidades globais.
Karine Vasco
Karine Vasco é uma artista visual brasiliense de 24 anos, estudante da Universidade de Brasília (UnB). Sua carreira, porém, começou em outras áreas, estudou Engenharia Aeroespacial na mesma universidade por três anos, e posteriormente se formou em Jogos Digitais. Essas transições de experimentação são os alicerces de sua pesquisa atual em que trabalha com técnicas mistas e fotografia, investigando temas como informação, tecnologia e cartografia.
Pedro Rubin
PEDRO RUBIN
Ator em Formação • Artista Multidisciplinar
Perfil
Pedro Rubin é um artista multidisciplinar situado em Brasília-DF, atualmente em formação no curso de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB), com previsão de graduação em 2027. Sua atuação artística transita por diferentes linguagens multimidiáticas, incluindo criação de figurinos, escultura e cenografia. Atua em peças teatrais desde 2015, desenvolvendo experiência tanto em atuação quanto em processos criativos e técnicos das artes cênicas, bem como na criação de duas performances apresentadas no campus universitário da UnB.
Luiza Melo da Silva
Diretora, dramaturga, atriz e cenógrafa, Luiza Melo da Silva é formada em Design de Interiores pela UNIPLAN em 2022 e bacharelanda em Artes Cênicas na Universidade de Brasília (UnB) desde 2020. Faz cursos de teatro desde os 12 anos e atua há mais de 10 anos, tendo iniciado sua carreira em uma adaptação de O Pequeno Príncipe (The Little Prince). Desde então, participou de várias produções teatrais, incluindo uma adaptação de “O Despertar da Primavera” (Spring Awakening) – 2018, com apresentações no Teatro SESC Newton Rossi, e “Os Mamutes” (2022), uma peça do reconhecido dramaturgo brasileiro Jô Bilac.
Em 2025, integrou o elenco de “Liberdade, Liberdade!”, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, adaptado e dirigido por Morillo Carvalho, Irina Buss e Geise Prazeres. Em 2025, estreou como dramaturga e diretora na peça “Eu Nunca Desejei a Morte”, baseada em 4:48 Psychosis, de Sarah Kane, na qual também atuou como atriz. No mesmo ano, escreveu sua segunda peça, “Azul”, além de integrar o elenco. Também em 2025, participou como atriz em outras duas peças: “Felicidade Invisível”, texto de Alexandre Ribondi, e uma nova temporada de “Os Mamutes”, com apresentações no Complexo Cultural Samambaia e no Espaço Cultural Renato Russo.
Atualmente, dirige a peça infantil “Onde Nascem as Coisas Miúdas” e segue na segunda temporada de “Eu Nunca Desejei a Morte”, atuando exclusivamente como diretora.
Charlie F.
Cenógrafa, atriz e artista plástica, Maria de Fátima Leite, mais conhecida pelo nome artístico Charlie F. É Bacharelanda em Interpretação Teatral na Universidade de Brasília (Unb) desde 2021.
Dedicada às artes desde muito pequena, Charlie acumula diversos projetos pessoais, acadêmicos e profissionais em sua carreira.
Hoje em dia trabalhando como assistente pessoal da Multi Artista Sonia Paiva e dedicada aos projetos do Parque de Produções Sonia Paiva.
Luca Freitas Ribeiro
Luca Freitas Ribeiro estudou Design Industrial na Universidade de Brasília, onde sua participação no LTC fundamentou uma prática que, desde então, tem operado consistentemente na interseção entre design espacial, fabricação e performance. Cofundou o BSB Fab Lab e o Studio Canoa em Brasília, ambos focados na convergência da fabricação digital com o design colaborativo para eventos, exposições e instalações. É mestre em Fabricação Digital pela Victoria University of Wellington (Nova Zelândia). Sua trajetória internacional inclui o design de exposições na Story Inc. para a exposição permanente Future Makers no Science Centre Singapore, e o trabalho como Especialista em Fabricação Digital na produção da Amazon The Lord of the Rings: The Rings of Power. Sua prática tende ao design de artefatos sob medida, abrangendo figurinos, adereços, cenografias, ambientes expositivos e instalações para festivais, desenvolvidos por meio de uma abordagem híbrida entre métodos digitais e artesanais. Atualmente é Professor Associado na Escola de Comunicação e Design da RMIT University Vietnam e doutorando investigando como as ferramentas de realidade mista transformam o processo criativo incorporado no design de artefatos físicos.
O Banco de Cérebros do LTC
Nosso Banco de Cérebros tem como inspiração o Banco de Cérebros criado por Ed Catmull – presidente da Pixar Animation e da Disney Animation –, para solucionar a questão da defasagem das equipes novas, que não participaram do início da Pixar. Da mesma forma, os membros do LTC que participaram dos principais projetos e processos, que compreenderam a metodologia transdisciplinar do grupo, são sempre convocados para se juntarem aos novos grupos de trabalhos e auxiliarem na construção dos projetos do LTC com suas visões.

Eric Costa
Arquiteto, ator, cenógrafo, artista plástico e visual, produtor, pesquisador e educador – Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (2005 – Centro Universitário de Brasília / Brasil) e em Artes Cênicas (2013 – Universidade de Brasília/ Brasil); Mestre em Criação Artística Contemporânea (2022 -Universidade de Aveiro/ Portugal).
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Lucas Sertifa
Bacharel em Artes Visuais pela Universidade de Brasília; Licenciado em Artes pela Rede Claretiano de Ensino; Integrou o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia entre 2014 e 2018.
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Marcela Siqueira
Atua como Professora de Artes, pela Secretaria de Educação do Distrito Federal.
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Julia Gonzales
Artista visual, professora, produtora cultural e fundadora do ateliê Par de Ideias, onde atua como professora de escultura e cerâmica.
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Raquel Rosildete
Trabalha com desenho de luz para a cena e para a arquitetura, e cria estórias visuais, trazendo ritmo e movimento para a narrativa espacial.
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Caio Sato
Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília – PPGAV/UnB. Integra o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia e o Parque de Produções desde 2014 atuando na área de Fotografia e Registro.
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Patrícia Meschick
Bacharel, Mestre e Professora de Design, Diretora de Arte da TV Câmara
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Matheus Macginity
Mestrando no Programa de Pós-graduação em Design da Universidade de Brasília. Membro do Parque de Produções desde 2014, atuando nas áreas de design gráfico e produção audiovisual.
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Ana Carolina Conceição
Mestre em Ensino de Artes, em Abordagens teórico-metodológicas das práticas docentes pela UnB. Atua como coordenadora no Centro Educacional 06 de Ceilândia.
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Carol Guida
Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (2022) e, atualmente, iniciou o Mestrado no programa de Pós-Graduação da FAU-Unb. Foi integrante do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia de 2018 a 2020.
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Bruna Camurça
Graduada em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB), onde desenvolveu estudos direcionados à área da cenografia.
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Rafael Botelho
Diretor de arte e cenógrafo, bacharel em design e mestrando pela linha de Design, Espaços e Mediações na Universidade de Brasília.
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Lucas Sertifa
Integrou, de 2014 à 2018, o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia. Integrou a equipe curatorial brasileira da Mostra das Escolas de Cenografia da Quadrienal de Praga de 2015. Foi premiado pela 5º edição do projeto Eixo do Fora em 2017.
Desde 2019, atua como educador em Centros Culturais como o CCBB Brasília e o Centro Cultural TCU. Atualmente, cursa Tecnólogo em Design de Moda no IFB e trabalha como instrutor técnico na área do vestuário do SENAI DF.
Eric Costa
Vinculado ao Laboratório Transdisciplinar de Cenografia – LTC e ao Parque de Produções, desde 2010. Trabalhou na concepção, elaboração, produção e montagem do espaço dos estudantes brasileiros na Quadrienal de Praga 2015. Mestre em Criação Artística Contemporânea (Universidade de Aveiro -Portugal / 2022). Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (Centro Universitário de Brasília –Brasil/ 2005), Bacharel em Artes Cênicas (Universidade de Brasília – Brasil/ 2013).
Atua como coordenador de frente de sala e produtor no Teatro Aveirense – Portugal. E continua atuando como arquiteto, performer, cenógrafo, artista plástico e visual, pesquisador e educador.
Julia Gonzales
Formada na Universidade de Brasília, participou do Laboratório transdisciplinar de Cenografia durante os anos de 2008 a 2011.
Ganhadora do prêmio de melhor aluna de cenografia, na Mostra dos estudantes brasileiros, realizada na ECA- USP, seletiva para Quadrienal de Praga de 2011.
Atualmente suas pesquisas, estudos e obras, transitam entre bordado, escultura e desenho.
Raquel Rosildete
Raquel Rosildete trabalha com desenho de luz para a cena e arquitetura. Trabalhou no LTC de 2010 a 2015, participando em todas as etapas dos processos criativos e executivos, desde experimentações como também no angareamento de fundos para exposições, apresentações e a participação em Praga. Participou na quadrienal de 2011 como estudante tendo seu projeto selecionado na mostra das escolas. Em 2015, trabalhou no processo curatorial da representação brasileira da mostras das escolas de cenografia.
Caio Sato
Caio Sato é Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília – PPGAV/UnB e possui graduação em Artes Visuais (bacharelado – 2019). Integra o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia e o Parque de Produções desde 2014 atuando na área de Fotografia e Registro. Pesquisa e estuda continuamente áreas diversas do conhecimento por entender que isso é necessário para o exercício da transdisciplinaridade, acreditando nas trocas multiculturais para a formação do sujeito. Possui fluência em Português e Inglês e compreende/comunica-se (nível básico) em Espanhol, Francês e Libras.
Patrícia Meschick
Mestre (2022) e Bacharel (2008) em Design pela Universidade de Brasília e MBA em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (2018). Designer Gráfica da TV Câmara desde 2013 e Diretora de Arte desde 2021. Professora de Design Gráfico do Centro Universitário IESB desde 2019. Membro do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia (LTC) da Universidade de Brasília de 2011 a 2019. Vencedora do Prêmio Excelência Gráfica Jorge Salim (2013). Finalista do 29º Prêmio Design MCB (2015) com o catálogo do projeto Brasil: Labirintos Compartilhados, do LTC. 3º lugar na Mostra das Escolas Brasileiras de Cenografia e Figurinos (2010). Produtora e organizadora da Mostra dos Estudantes Brasileiros do Desenho da Cena no Brasil e na Quadrienal de Praga 2015.
Ana Carolina Conceição
Participou do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia – LTC coordenação da Professora Dra. Sônia Paiva como assistente de produção na realização da Mostra de Estudantes Brasileiros no Brasil e na Quadrienal de Praga – PQ15 e como produtora, atriz e oficineira do Workshop “Desenhos Narrativos” na PQ19. A vivência transdisciplinar do LTC aplicada ao contexto escolar do Ensino Médio na escola pública foi o objeto de sua pesquisa de mestrado.
Marcela Siqueira
É pesquisadora do programa de extensão da Prof. Dra. Sônia Paiva, Laboratório Transdisciplinar de Cenografia(LTC), da Universidade de Brasília. Atuando no LTC e nas aulas de encenação teatral na Universidade de Brasília, se encantou pelo Teatro de Sombras, que foi objeto de estudo de sua monografia, culminando na viagem a Praga – República Tcheca, para participação na Mostra das Escolas na Quadrienal de Praga 2011.
Carol Guida
Carolina Guida é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (2022) – cujo Trabalho de Conclusão de Curso “Da Amnésia à Anamnesis: altares da memória no Rio São Francisco”, transformou-se em um livro artístico e futuro projeto de audiovisual. Foi integrante do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia de 2018 a 2020 e participou do workshop interativo “The Narrative Drawings Experience”, na Quadrienal de Praga. Durante o período de 2020 a 2021, realizou projetos independentes de artes visuais (@carolguidart). Em 2023, trabalhou como assistente de cenografia da peça teatral no 25º Festival Amazonas de Ópera. Ainda em 2023, iniciou o mestrado no programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília.
Bruna Camurça
Arquiteta pela Universidade de Brasília, focou seus estudos na área de cenografia. Coordenou o Laboratório de Cenografia Biombo (2017 a 2019). Integrou o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia (LTC) em 2018 após ter projeto aprovado para a PQ19 na Mostra de Estudantes do Brasil. Participou da PQ19 também com o workshop “Desenhos Narrativos” junto ao LTC. Desenvolveu seus projetos de conclusão de curso na área: um ensaio teórico analisando as estratégias narrativas dos cenários da animação Steven Universe; e concepção de um cenário para um espaço de contação de histórias encenadas a partir de um livro infantil.
Matheus MacGinity
Mestrando no Programa de Pós-graduação em Design da Universidade de Brasília. Membro do Parque de Produções desde 2014, atuando nas áreas de design gráfico e produção audiovisual.
Participante de duas PQ (15 e 19); em 2015 como parte da equipe de montagem da mostra — Brasil: LABirintos Compartilhados — e em 2019 como ministrante do workshop — Desenhos Narrativos: da Areia à Luz — junto ao Parque de Produções e ao Laboratório Transdisciplinar de Cenografia. Produtor audiovisual e editor, encontro no Parque de Produções um espaço de inspiração onde as áreas de conhecimento trabalham transversalmente. É por da trama de fazeres, que compreendemos o valor do indivíduo dentro da coletividade; e a proeminência do coletivo dentro da individualidade.
Rafael Botelho
Enquanto graduando tive a oportunidade de participar do LTC durante quase toda minha formação, podendo contribuir para os projetos do laboratório não só como designer, mas também aprender e construir, a partir da abordagem transdisciplinar do grupo, propostas de concepção do espaço cênico que perpassam a arquitetura, atuação, iluminação e projeção mapeada.
Luca Freitas Ribeiro
Luca Freitas Ribeiro estudou Design Industrial na Universidade de Brasília, onde sua participação no LTC fundamentou uma prática que, desde então, tem operado consistentemente na interseção entre design espacial, fabricação e performance. Cofundou o BSB Fab Lab e o Studio Canoa em Brasília, ambos focados na convergência da fabricação digital com o design colaborativo para eventos, exposições e instalações.
É mestre em Fabricação Digital pela Victoria University of Wellington (Nova Zelândia). Sua trajetória internacional inclui o design de exposições na Story Inc. para a exposição permanente Future Makers no Science Centre Singapore, e o trabalho como Especialista em Fabricação Digital na produção da Amazon The Lord of the Rings: The Rings of Power. Sua prática tende ao design de artefatos sob medida, abrangendo figurinos, adereços, cenografias, ambientes expositivos e instalações para festivais, desenvolvidos por meio de uma abordagem híbrida entre métodos digitais e artesanais.
Atualmente é Professor Associado na Escola de Comunicação e Design da RMIT University Vietnam e doutorando investigando como as ferramentas de realidade mista transformam o processo criativo incorporado no design de artefatos físicos.
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